AJUDAS DECISIONAIS NO CONTEXTO DO SUS

Métodos contraceptivos para adolescentes

Programa Saúde da Mulher

Implante Subcutâneo DIU Hormonal DIU de Cobre
Classificação Método Hormonal – Progestagênio. Método Hormonal – Progestagênio. Método SEM Hormônios.
O que é? É um implante, uma pequena haste flexível contendo hormônio e colocada logo abaixo da pele, geralmente na parte superior do braço. Protege contra a gravidez por até 3 anos, liberando hormônio continuamente, que impede a ovulação e torna o muco vaginal mais espesso. É um dispositivo em forma de T que libera uma pequena quantidade de hormônio direto no útero. Ele torna o muco vaginal mais espesso, dificultando a passagem dos espermatozoides, e afina o revestimento do útero, impedindo que o óvulo se fixe. É um dispositivo de plástico flexível em forma de T, com fios de cobre enrolados em volta. Possui cordinhas que ficam penduradas até a vagina. Age mudando o ambiente do útero que prejudica os espermatozoides e os óvulos, impedindo que se unam.
Como Usar? Deve ser colocado e retirado por profissional de saúde treinado, de preferência no braço que a pessoa menos usa (não dominante). Deve ser colocado e retirado por profissional de saúde. Pode ser colocado em qualquer dia do mês, antes que a adolescente engravide. Deve ser colocado e retirado por profissional de saúde. Pode ser colocado em qualquer dia do mês, desde que sem a presença de gravidez.
Pode causar mudança no ciclo menstrual? Pode acontecer sangramento irregular, sangramento não frequente ou até falta de menstruação. Essas mudanças são comuns, sem serem prejudiciais à saúde. Pode acontecer sangramento mais leve, menos frequente ou até ausência de menstruação. Essas mudanças são comuns, sem prejudicar a saúde. Nos primeiros 3 a 6 meses após colocar o DIU, a menstruação pode durar mais, ter maior fluxo de sangue e mais cólicas. Também pode haver sangramentos irregulares ou pequenas perdas de sangue fora do período menstrual.
Contraindicações O uso deve ser evitado em algumas situações:
Problemas graves no fígado.
Histórico de problemas do coração ou coágulos (e não faz uso de tratamento anticoagulante).
Câncer de mama atual ou anterior.
O uso deve ser evitado em algumas situações, como:
Estar grávida ou com sangramento vaginal fora do normal.
Alterações na forma do útero, infecção após parto ou aborto.
Problemas graves no fígado e histórico de problemas do coração ou coágulos.
Câncer de mama atual ou anterior e lúpus eritematoso sistêmico.
Se houver alto risco individual de infecção por Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) no momento da inserção.
Uso deve ser evitado em algumas situações:
Gravidez ou sangramento vaginal fora do normal.
Alterações na forma do útero, infecção após parto ou aborto.
Câncer do útero ou dos ovários (atual ou anterior).
Tuberculose na região pélvica ou doença trofoblástica gestacional.
Se há alto risco individual de infecção por Infecções. Sexualmente Transmissíveis (ISTs).
Efeitos adversos Os efeitos colaterais comuns podem ser:
Dor de cabeça e dor na barriga.
Mamas sensíveis, tontura e mudanças de humor.
Ganho de peso e acne.
A inserção pode causar dor, especialmente em adolescentes que nunca tiveram filhos, mas é possível reduzir a dor com anestesia local. Efeitos colaterais comuns incluem:
Mudanças no sangramento.
Acne e dores de cabeça.
Mamas sensíveis.
Tontura e mudanças de humor.
Podem surgir cistos nos ovários.
Pode haver dor durante a colocação, especialmente em adolescentes que nunca tiveram filhos, mas é possível diminuir a dor com anestesia local. Os efeitos mais comuns são:
Menstruação mais longa e com mais sangue.
Mais cólicas durante a menstruação.
Benefícios É um método contraceptivo seguro e com bom resultado para adolescentes em idade fértil. Sem exigir uso diário, reduz o risco de esquecimentos. Tem boa proteção e longa duração. Pode ajudar a reduzir o sangramento forte, as cólicas e os sintomas da endometriose. Sem exigir o uso diário, reduz o risco de esquecimentos. Libera o hormônio direto no útero, fazendo com que menos hormônio vá para o sangue. É um método sem hormônio, com boa proteção e longa duração. Pode reduzir o risco de gravidez fora do útero e ajudar a proteger contra câncer do útero. Sem exigir uso diário, reduz o risco de esquecimentos.
Riscos/Desvantagens Esse método oferece risco de transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Pode acontecer infecção no local onde o implante foi colocado, ter dificuldade para ser retirado e, em casos raros, o implante pode sair sozinho. Pode causar ansiedade e desconforto na hora da colocação e, às vezes, falha nessa hora. Esse método oferece risco de transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Em casos raros, podem ocorrer perfuração do útero ou expulsão do DIU. Se acontecer gravidez com o DIU no útero, há um risco raro de aborto espontâneo, parto prematuro ou infecção. Pode aumentar o risco de anemia em adolescentes que já têm pouco ferro, porque pode aumentar o sangramento menstrual. Pode causar ansiedade e desconforto na hora de colocar o DIU, e às vezes a inserção não sai como esperado. Esse método oferece risco de transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).
Em casos raros, podem ocorrer perfuração do útero ou expulsão do DIU. Se ocorrer gravidez com o DIU, há um risco pequeno de aborto espontâneo, parto prematuro ou infecção.
Importante Saber O método protege contra gravidez fora do útero e é seguro em relação ao câncer.
Entre adolescentes, os métodos de longa duração funcionam melhor, têm mais continuidade e maior satisfação do que métodos de curta duração, como preservativos ou pílulas.
Ajuda a reduzir o risco de pólipos no útero em adolescentes que usam tamoxifeno, porque diminui o crescimento do revestimento do útero. No pós-parto, pode ser colocado até 48 horas depois do nascimento, inclusive após cesariana. Depois desse período, a inserção deve ser adiada por pelo menos 4 semanas.

Entre adolescentes, os métodos contraceptivos de longa duração funcionam melhor, têm mais continuidade e maior satisfação do que métodos de curta duração, como preservativos ou pílulas.
No pós-parto, pode ser colocado até 48 horas depois do nascimento, mesmo após cesariana. Depois disso, a inserção deve ser adiada por pelo menos 4 semanas.

Entre adolescentes, os métodos contraceptivos de longa duração funcionam melhor, têm mais continuidade e maior satisfação do que métodos de curta duração, como preservativos ou pílulas.
Quando parar de usar o que acontece? A adolescente pode engravidar rapidamente depois que o implante é retirado. A adolescente pode engravidar rapidamente depois que o dispositivo é retirado. A adolescente pode engravidar rapidamente depois que o dispositivo é retirado.

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